PF e CGU cumprem mandados de busca e apreensão em gabinete e apartamento de deputado estadual em Salvador; Parlamentar nega envolvimento
30 Abril 2026

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PF e CGU cumprem mandados de busca e apreensão em gabinete e apartamento de deputado estadual em Salvador; Parlamentar nega envolvimento

Deputado Marcinho Oliveira (União) é alvo na operação — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Operação investiga desvios de recursos públicos destinados à Educação. Ação contra Marcinho Oliveira (União) acontece nesta terça-feira (15).

A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) cumpriram, na manhã desta terça-feira (15), cinco mandados de busca e apreensão em uma operação contra desvios de recursos públicos destinados à Educação. A ação acontece em Salvador e na cidade de Santaluz, a cerca de 275 km da capital baiana.

Segundo apuração da produção da TV Bahia, as decisões judiciais fazem parte da 2ª fase da Operação Santa Rota. Os mandados são cumpridos no gabinete do deputado estadual Marcinho Oliveira (União Brasil), na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), e no apartamento do parlamentar, em um condomínio de luxo, na Avenida Paralela.

Marcinho Oliveira foi vice-prefeito do município de Santaluz, entre 2017 e 2020. Também foi eleito deputado estadual para o período 2023-2027. 

Através de nota, o deputado informou que ficou surpreso com os mandados judiciais, porque a empresa dele, LN, nunca teve envolvimento com o contrato de transporte escolar de Santaluz. Disse ainda que a operação não tem relação com o mandato dele como parlamentar e que confia que o "tempo brevemente trará a verdade".

De acordo com a Polícia Federal, na primeira fase da investigação, foram identificados fortes indícios de fraude à licitação realizada pelo município de Santaluz, para contratar empresa que prestaria o serviço de transporte escolar no município.

A investigação apontou o superfaturamento na execução do contrato celebrado com a empresa, além da participação e recebimento de vantagens indevidas pelos servidores públicos envolvidos na contratação.

Nesta segunda fase, a PF investiga o envolvimento de outras pessoas na contratação fraudulenta, entre estas, o deputado estadual Marcinho Oliveira.

Em resposta à operação realizada hoje, Marcinho Oliveira emitiu uma nota oficial, afirmando nunca ter tido envolvimento com o contrato investigado, destacando que sua empresa, LN, não atuou no fornecimento de transporte escolar no município. Declarou ainda que acredita que os fatos não têm relação com seu mandato parlamentar e que "o tempo trará a verdade".

 

 

 

 

 

 

Por g1 BA e TV Bahia

 

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